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Dicas e Ideias

3.0 - ADULTOS E ADULTERADOS

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"Prá quê cara feia?

Na vida ninguém paga meia."

Leminsky

ADULTO É DIFERENTE DE "ADULTERADO"

  • Existe o adulto adulto e o adulto dissimulado: "adulterado".
  • Adulto é aquela pessoa que está identificada com o "pagar inteira" na vida.
  • O adulto não queixa porque tem competência e paciência para administrar as dificuldades.
  • Adulto sabe que: "Viver é perigoso e carece de coragem".
  • E que qualquer atitude queixosa é apenas um auto-engano e ilusão é mentir para si mesmo.
  • O adulto quando precisa, pede ajuda (diferente de queixar) a quem pode realmente lhe ajudar e recebe com humildade e gratidão.
  • O falso adulto tem um mito de que ser feliz é um estado de falta de dificuldades e que o bem estar é mais difícil que o mal estar (embora seja a mesma coisa: você é que escolhe fazer força para frente ou para trás).
  • O adulto identifica-se como aprendiz da vida e já percebeu que quem ignora os processos e as leis da vida ficam detidos e presos: as vítimas.

  • Adulto sabe do seu direito e dever de inventar a sua liberdade com responsabilidade. Por isso não fica por aí, esperando que alguém venha salvá-lo. Não está a espera de príncipes, princesas...
  • Adulto sabe do uso e cuida dos abusos e desusos, tanto material, quanto emocional, intelectual e espiritual.
  • Adulto não espera mimos e adulações. Sabe que mimos e adulações vêm incluso um "roubo" - da alma, da dignidade, da paz.
  • Adulto também não se mima! Cuida-se!
  • Adulto não mima o outro. Cuida do outro!
  • Adulterados financiam ou são financiados pelo o outro para não haver crescimento.

ADULTO JÁ REDEFINIU SEUS MITOS, TABUS, DOGMAS

  • do bem-estar ser mais custoso do que o mal-estar;
  • de que felicidade é ausência de tensões;
  • de encontrar a cara-metade; etc.

NOTA:

  • Quando as pessoas ultrapassam os *25 anos de vida ainda sem identidade adulta é porque optaram em levar vantagem de ser "adulterado". E esta identificação se faz por agentes externos a elas como: ter casado, ter carro, ser chefe, ser doutor, etc.

  • Estas pessoas se sentem importantes e realizadas com tudo isso! Fazem pose de que são o que não são. Não se bancam, não se responsabilizam por si mesmas. Muitas vezes, fingem serem "gente grande" através da vida do outro. Exemplo: gente que faz carreira prá santo; senhoras generosas que ajudam os outros; homens frouxos com esposas poderosas (e vice-versa); as vítimas, etc.

  • Os "adulterados" resistem bem até os 40 anos de idade. Depois é um Deus nos acuda! Têm o famoso "caiu em si" e vão parar na fossa (depressão) ou no CTI!

PISTAS PARA PERCEBER SE SOMOS ADULTOS OU ADULTERADOS: 
  • Verificar a hierarquia funcional: o que é básico na sua vida; quais são as coisas que você "pisa" com firmeza?

  • Precisa ver se sua resposta é coerente, ou seja, se o que diz é básico mesmo, se o sustenta.
  • Também ver se é uma base de exportação (cuidar do outro por exemplo é fazer do outro sua base); se é uma base importada (ser sustentado emocionalmente ou financeiramente pelo outro).
  • Se sua base é: o cônjuge, os filhos; o trabalho; a carreira; o dinheiro; a família, etc. Assim, caso perca esta base (importada ou exportada) desestrutura-se, adoece, enlouquece, até morre?
  • Clarear o que é meio: como você se relaciona, coopera, compete (o nível de humanização - fazer trocas).
  • Qual é o seu topo: o que te guia, quais são os seus projetos de vida.
  • O sozinho: estar sozinho e em silêncio. Gente que não consegue ficar sozinha e em silêncio é adulterada e dissimulada.
  • Trabalhar a vaidade. Se busca aprovação dos outros; se é para exportar para os outros.
  • Verificar se já desmamou dos seus pais e/ou dos filhos.

*A psicóloga infantil Laverne Antrobus defende que o apoio psicológico aos jovens não deve terminar aos 18 anos, já que o desenvolvimento cognitivo continua acontecendo até os 25 anos.

Fonte: Curso Zélia Nascimento - BH/MG

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Jaqueline Cássia de Oliveira

Psicóloga, Psicoterapeuta Sistêmica e Psicogenealogista

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A PSICOGENEALOGIA SISTÊMICA

  • A Psicogenealogia é um tema relativamente novo e a psicóloga e psicoterapeuta Jaqueline Cássia de Oliveira é uma das pioneiras desses estudos e trabalhos no Brasil.
  • Sobre o tema, elaborou os materiais didáticos: Psicogenealogia Sistêmica© - O romance familiar contado pelo genograma (com mais de 1.000 leitores); Quem são os antepassados? (2018), Psicogenealogia Sistêmica Aplicada© pela Interação Sistêmica Edições.
  • Traduziu e apresentou o livro: Jung, Psicogenealogia e Constelações Familiares© de Maura Saita Ravizza, pela Interação Sistêmica Edições.
  • Apresentou o livro Psicogenealogia: Um Novo Olhar na Transmissão da Memória Familiar, de sua colega e pioneira, Monica da Silva Justino.
  • De 2011 a 2016, junto à Interação Sistêmica®, organizou e ministrou cursos e workshops sobre o tema transgeracionalidade e Psicogenealogia Sistêmica, reunindo mais de 700 profissionais, entre psicólogos, psicoterapeuta sistêmicos e consteladores familiares de diversas regiões do Brasil.
  • Nomeou seus estudos e trabalhos sobre transgeracionalidade (dentro da visão da Psicogenealogia, da Terapia Familiar Sistêmica e da Psicologia Arquetípica e Imaginal) como Psicogenealogia Sistêmica.
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